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Professor/a, educador/a... não a nomenclatura, mas a ação que define esse profissional. E cada um/a de vocês, como diz Paulo Freire, faz parte desse movimento aprender-ensinar- aprender que cotidianamente faz a diferença na vida de cada criança e adolescente da Casa Pequeno Davi, da comunidade e dos demais espaços de interação dos quais Vocês são parte.
A Casa tem orgulho de celebrar este dia POR e COM vocês.
Feliz Dia d@ Professor@ / Educador@!
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Sem garantia de direitos não há infância! Há 35 anos a Casa Pequeno Davi atua com a missão de contribuir para a efetivação dos direitos humanos, em especial de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, com ações de educação integral, articulação em rede e incidência nos espaços de políticas públicas, na região Nordeste.
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ATENÇÃO ATENÇÃO: Nova data para o Plantão online da Busca Ativa Escolar
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A violência sexual contra crianças e adolescentes é sempre um tema em pauta. Nesse período de isolamento social e fechamento das escolas a vulnerabilidade aumenta ainda mais. Precisamos estar atentas/os e denunciar em todos os canais disponíveis. É nosso dever!
A Casa Pequeno Davi, em convênio com a SEDH/PB está na implantação do serviço de Reabilitação para Autista no bairro do Rangel, que abrirá em breve. Assim, estamos realizando visitas entre espaços que atendem esse público.
Camila Carneiro, coordenadora do serviço, esteve no dia 02/10 no Instituto dos Cegos da Paraíba Adalgisa Cunha (CER II) que atende nas áreas de deficiência visual e intelectual, conhecendo a estrutura, equipe e fluxo de atendimento as pessoas com Transtorno do Espectro Autista. Foi acolhida pela presidente Valéria Cavalcanti e pelas profissionais da equipe Técnica: Jaina Santos e Wllyanna Nascimento.
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Com apoio da BrazilFoundation adolescentes e jovens têm incentivo ao empoderamento educativo, cultural e profissional
Nesses trinta e cinco anos, a
Casa Pequeno Davi acumula longa experiência no tocante ao trabalho com
adolescentes. Em sua trajetória vem desenvolvendo métodos educativos e
motivadores que consegue mobilizar, sensibilizar e incentivar o público jovem
para vivenciarem as atividades previstas nos projetos que diretamente
contribuem com a formação cidadã dos adolescentes e jovens dos territórios de
abrangência da instituição.
Para o coordenador do
projeto, Josemir Raimundo, o apoio da BrazilFoundation chega para fortalecer o
trabalho com os adolescentes e jovens dos territórios do Roger e do Varadouro,
garantindo atividades que fomentam a participação, estimulando todos e todas
para o processo de formação, contribuindo para o empoderamento em diferentes
níveis.
"O empoderamento
educativo, cultural e profissional oportuniza cada menino e menina através das
atividades, reconhecer e o entender o seu papel enquanto jovem protagonista.
Onde cada um possa disseminar para outros jovens, os conteúdos adquiridos
durante o processo de formação, sendo multiplicadores e multiplicadoras de
conhecimentos", explicou Josemir.
A BrazilFoundation apoia o projeto 'Adolescentes e Jovens Construindo
Cidadania com Arte e Cultura de Paz', que tem como objetivo contribuir com o empoderamento
educativo, cultural e profissional de adolescentes e jovens em contexto de
violência urbana e vulnerabilidade do território Roger/Varadouro, da
cidade de João Pessoa, no estado da Paraíba. De forma direta o projeto tem
como público 40 adolescentes e 260 crianças e adolescentes atendidos/as sendo beneficiados
pelo projeto com ações até julho de 2021.
Desafios em tempos de pandemia
Apesar dos desafios da pandemia (Covid-19), as atividades do Projeto vêm se desenvolvendo de forma estratégica, respeitando as realidades apresentadas e as dificuldades encontradas, com foco no alcance dos resultados.
"O momento pandêmico que
estamos vivendo em nosso país (COVID-19) é um dos maiores desafios a ser enfrentado
para o trabalho de articulação e mobilização da meninada dos nossos territórios,
sobretudo pelo distanciamento das pessoas, ou seja, pelo convívio social. Isto se
torna um desafio no processo de articulação do nosso público e fortalecimento
do grupo", enfatiza o coordenador do Projeto.
É importante pontuar que os
adolescentes e jovens acompanhados vivem em situação de exclusão social e
negligência do Estado na efetivação dos direitos fundamentais básicos, havendo
uma violação do Estatuto da Criança e do Adolescente.
A negligência com as
políticas públicas, especialmente com o acesso aos recursos tecnológicos
necessários, evidencia as fragilidades da maioria e impossibilita a meninada
ter acesso à educação de qualidade. Mas outros direitos também são afetados
como a moradia digna, a saúde plena, a alimentação de qualidade, o esporte e
lazer.
"Esses direitos quando
não são respeitados e efetivados causam graves consequências para o desenvolvimento
humano, sobretudo no momento que estamos vivendo com a COVID-19, em que as
ferramentas tecnológicas são subsídios que facilitam o diálogo, articulação e
mobilização dos grupos para realização e desenvolvimento dos trabalhos ou atividades",
explica o coordenador.
Nem todos os adolescentes e
jovens acompanhamos têm um aparelho celular, ou computador, conexão de internet
e quando tem não é de qualidade. Esses elementos pontuados aqui acabam fragilizando o trabalho
e uma melhor articulação para o processo de participação e vivência do público no
projeto.
Envolvimento de familiares e
responsáveis no processo
A abordagem para
o acompanhamento do projeto vem acontecendo semanalmente, por meio das
plataformas com chamadas de vídeos,
mensagens via WhatsApp e chat de conversa que facilitam a comunicação e o
processo de formação, a partir de um planejamento construído coletivamente
entre a educadora e os/as adolescentes, que vem resultando na construção de uma
agenda distribuída em dias, horários e quantidade de pessoas por grupo para
participarem dos encontros virtuais.
Outro ponto
importante que merece ser destacado é a interação da educadora com os
familiares e responsáveis porque contribuem e fortalecem a ação, acompanhando seus
filhos e filhas no tocante à mobilização e sensibilização para os momentos de
encontros.
"Eles e
elas motivam os adolescentes para o trabalho sistemático que acontece
semanalmente. Os adolescentes e jovens têm interagido bastante nos encontros virtuais,
dando um retorno gradativamente positivo, interagindo uns com os outros durante
o processo de formação, interagindo no grupo formado para encaminhamentos,
mobilização e diálogos", avaliou Josemir.
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O momento exige maior integração entre educadoras/es no acompanhamento das atividades remotas. Tem funcionado. Apesar dos desafios, o sorriso presente.

Apesar da distância e dos desafios, cada oficina tem acompanhado as crianças e adolescentes e mobilizado familiares e responsáveis para dar assistência nas atividades.
O tema do mês: cuidado e convivência familiar teve uma grande adesão, com um lindo resultado de integração com a meninada.

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